“Ateliê livre – custurando bandeira protesto” para 30 de maio

Publicado em: 22 de maio de 2019


Oficina de pontos básicos de bordados, costura a mão e aplique.
 
Local: pátio da Escola de Belas Artes da UFBA
 
Data: 24/05/2019 (1° dia)
Horario: 8h às 12h
 
Data: 27/05/2019 (2° dia)
Horario: 16h às 18h30
 
Gratuito e coletivo!
 
Participantes, colabore com materiais como retalhos, linhas – das mais diversas espessuras e cores, agulhas de costura, crochê, bordado.
 
https://www.facebook.com/teciteca.fan/
 
https://www.instagram.com/teciteca/





III Colóquio de Fotografia da Bahia






Um brinde ao café

Publicado em: 21 de maio de 2019


A Escola de Belas Artes da UFBA convida para a abertura da exposição de Bules. A mostra celebra os 25 anos do Cafélier.

Curadoria
Marcia Abreu, Nanci Novais e Norma Couto

Data
Dia 22 de maio de 2019 às 19h

Local
Cafélier: Rua do Carmo, 50

Artistas






Convocatória para a Revista Miolo

Publicado em: 13 de maio de 2019


Chamada pública para submissão de textos da revista Miolo, número 2, de 2019.
 
Leia atentamente à chamada abaixo antes de enviar seu texto e efetuar sua inscrição.
Prazo limite para submissão: 3 de junho de 2019
Link para o formulário de inscrição: https://bit.ly/2DSt1HR
 
ARTE, DESIGN E ARTESANATO: UM CORPO PARTILHADO
 
No início do século XX, Walter Gropius publicou o manifesto que inaugurou o pensamento da Bauhaus, escola ícone das artes, do design e da arquitetura. Diante de um processo de industrialização ainda recente, acreditava-se que arquitetos, escultores e pintores deveriam retornar a um fazer manual, pois a proficiência em um ofício seria essencial para a arte — e neste tipo de fazer residiria a fonte primária da imaginação criativa. Ao propor uma amálgama entre arte e artesanato, Gropius termina por sugerir uma reorganização político-social pautada por uma aproximação nos “modos de fazer”: uma partilha na qual artesãos e artistas poderiam tomar parte do corpo comum de forma mais equilibrada.
 
Cem anos se passaram, o artesanal sucumbiu à velocidade do fazer mecânico, que por sua vez foi perdendo espaço para as poéticas digitais: vivemos, hoje, em uma época na qual os paradigmas se sobrepõem e a criatividade é espremida entre quantidades enormes de informações — imagens — e os curtos prazos impostos por processos produtivos cada vez mais velozes. Contudo, sabemos que, por vezes, o retorno aos saberes artesanais ainda está no cerne de algumas estratégias que visam tornar mais lenta, e humana, a velocidade contemporânea de produção e consumo.
 
No Brasil da década de 1970, o designer pernambucano Aloísio Magalhães já alertava sobre a necessidade de rever o conceito de desenvolvimento socioeconômico e as relações entre os países periféricos e os de “economia centralizadora” no campo do desenho industrial. Para ele, em nosso país, a atividade artística projetual interdisciplinar do design deveria deixar de lado a busca por soluções de problemas produto/usuário em uma sociedade de consumo, e assumir a responsabilidade ética de atuar na tentativa de diminuir as diferenças entre as áreas com grande concentração de riquezas e as regiões mais pobres do nosso país.
 
E de fato, ao sul dos trópicos, por volta da década de 1950, ocorreu uma partilha do comum extremamente violenta, oriunda de uma abrupta ruptura marcada por um processo de industrialização importado do hemisfério norte do planeta. Um processo, segundo Lina Bo Bardi (1994), que invisibilizou os corpos dos artífices locais, impedindo-os de fazer parte da produção e compartilhamento de bens de consumo compatíveis com a pseudorrevolução industrial que aconteceu do lado de cá neste período.
 
Como consequência deste processo artistas/designers/artífices da periferia, conscientes dos impactos de suas atividades na sociedade, se viram diante da necessidade de desvencilhar-se da visão simplista e limitadora das soluções imediatistas voltadas à criação de novos bens de consumo. Dada a injusta distribuição de recursos amplificada por um processo equivocado de “industrialização” nacional, estes profissionais foram forçados a ampliar seus repertórios e suas “formas de fazer”, de modo a serem capazes de propor tanto soluções para contextos primitivos e pré-industriais, quanto para situações que envolviam níveis mais sofisticados de tecnologia.
 
Neste cenário, nos interessa conhecer os caminhos traçados pelas tentativas de suprimir a arte enquanto atividade separada do restante do corpo social. O que se fez na busca por devolvê-la ao universo do trabalho? Como ela se insere/foi inserida no cotidiano sensível da comunidade?
 
Com o tema “UM CORPO PARTILHADO”, o segundo número da revista MIOLO quer se aprofundar nas relações entre o que se vê e o que se diz, entre o que se faz e o que se pode fazer politicamente no campo das artes, do design, dos fazeres artesanais: temos o desejo de conhecer novas estratégias de diálogos que permitam uma reconfiguração das relações entre pessoas, cidade, trabalho, produção e consumo. Uma discussão sobre como as experiências estéticas podem interferir na partilha do sensível contemporânea; como elas criam deslocamentos e rupturas em um corpo comum recheado por diferentes corpos.
 
Convidamo-os, então, a enviar textos — artigos, matérias, ensaios, trabalhos artísticos — que versem e dialoguem com as seguintes linhas temáticas:
 
FURAR A BOLHA
Como partilhar perspectivas?
Como dialogar com as diferenças?
 
FORMAR PÚBLICO
Como tornar conteúdos acessíveis para diferentes grupos?
Como trocar experiências?
 
PRODUZIR E DISTRIBUIR
Como criar redes colaborativas?
Como produzir além do convencional de maneira alternativa?
E as outras formas de fazer?
 
O prazo para a entrega dos trabalhos é 3 de junho, e todos os textos e imagens serão lidos e avaliados cuidadosamente pelo nosso conselho editorial, que divulgará a lista com os trabalhos aprovados em data a ser confirmada.
 
Os textos devem vir no seguinte padrão: fonte times new roman ou arial, tamanho 12, espaçamento 1.5, justificado e ter entre 7.000 e 10.000 caracteres. As imagens devem vir em alta resolução, 300 dpi, no mínimo de 10×15 cm. Incrições através do formulário: https://bit.ly/2DSt1HR.
 
O lançamento da revista ocorrerá em outubro, no Congresso UFBA.
 
Para mais informações, enviar e-mail para: miolorevista@gmail.com
 
REFERÊNCIAS
 
MAGALHÃES, Aloísio. O que o desenho industrial pode fazer pelo Brasil. ARCOS DESIGN, Rio de Janeiro, v. 1, n. 1, p.9-12. 1998.
 
BARDI, Lina Bo. TEMPOS DE GROSSURA: o Design no Impasse. São Paulo: Instituto Lina Bo e P. M. Bardi, 1994.
 
GROPIUS, Walter. O MANIFESTO DA BAUHAUS DE 1919. 1919. Disponível em: <https://www.goethe.de/ins/br/pt/kul/fok/bau/21394277.html>. Acesso em: 13 fev. 2019
 
MELO, Chico Homem de; RAMOS, Elaine. LINHA DO TEMPO DO DESIGN GRÁFICO NO BRASIL. São Paulo: Cosac Naify, 2011.
 
RANCIÈRE. J. A PARTILHA DO SENSÍVEL: estética e política. São Paulo: Editora 34, 2009.





Quinto encontro do lab_desenho

Publicado em: 10 de maio de 2019


Para todos/as que gostam de desenhar ao ar livre: QUINTO encontro do lab_desenho, cuja temática será FRUTOS. A técnica é livre, da escolha d_ participante (leve seu material de criação)!

O evento faz parte de uma série de encontros mensais para desenhar e trocar conhecimentos sobre ilustração botânica. Basta comparecer ao Atelier Livre (Jardim) da Escola de Belas Artes – UFBA, terça dia 14 de maio, às 15h!! Estão convidad_s






Exposição Belas Artes Cinco Estrelas

Publicado em: 10 de maio de 2019


A organização do edital cultural Belas Artes Cinco Estrelas  tem a prazer de informar os artistas selecionados parar a exposição coletiva dos cartazes como parte da celebração da nota máxima alcançada pelo curso de Artes Plásticas na última avaliação do MEC:

Alexandre Amoreira
Anzorena Rios
Augusto Caymmi
Bianca Maciel
Camilla Motta
Geraldo Bonelli
Guilherme Almeida
Jal
Josi Tainá
Mário Roberto
Meduza
Nalon
Norton Cardoso
Orlando Dantas
Paulo Rodrigo Gimeníz
Prismapec

Os trabalhos selecionados estão expostos na Galeria do Aluno.

Convidamos os autores selecionados para participar de uma colagem externa no dia 16/5 a partir das 13h, quando serão anunciados os premiados e no dia 23/5 faremos juntos uma recepção para entrega* dos prêmios e encerramento da exposição na Galeria do Aluno.

* Entrega simbólica.

Atenciosamente,
Organização do Edital Belas Artes Cinco Estrelas






Ciclo de debates Fluxos – Acervos do Atlântico Sul

Publicado em: 08 de maio de 2019


FLUXOS – ACERVOS DO ATLÂNTICO SUL – Ciclo de Debates

O ciclo de debates visa estimular uma reflexão sobre trânsitos de objetos, constituição de acervos específicos, discursos e cânones museológicos. Historicamente os museus tem sido um local de organização e reorganização de coleções que são reinventadas continuamente, ao mesmo tempo em que estabelecem sentidos que reivindicam uma certa permanência. Os museus estabelecem narrativas que marcaram os objetos, mas também criam práticas que promovem deslocamentos capazes de interferir nos sentidos destes objetos e na maneira de perceber os campos de força que atravessam suas coleções formando possibilidades de rever as histórias e criar novos olhares.

Mais informações: https://www.facebook.com/intervaloforumdearte/






EBA oferece curso de extensão sobre História da Arte e Exposições

Publicado em: 07 de maio de 2019


Professores Ludmila Britto e Dilson Midlej farão uma introdução à História da Arte e Exposições. O curso acontece no período de 7 a 10 de maio.






Fashion Revolution

Publicado em: 24 de abr de 2019


A TECITECA, um Programa de Extensão da EBA, está organizando uma atividade para a semana do Fashion Revolution.

Fashion Revolution é um movimento global que incentiva maior transparência, sustentabilidade e ética na indústria da moda.

Hoje, presente em 100 países, o Fashion Revolution desenvolve ações mobilizadoras e incentiva os consumidores à questionarem suas marcas favoritas, convidando-os à simples, porém poderosa reflexão:
#quemfezminhasroupas?

A semana #FashionRevolutionacontece de 22 a 28 de abril de 2019.

Teciteca vai participar desse movimento com ações:

Dia: 25 de abril (quinta)

Local: Salão Nobre da EBA

9h – Roda de conversa “Dialogando sobre o fazer e o uso consciente” – Com: Amélia Parras, Ana Fernanda, Bartira Lôbo, Dávila Kess e mediação da Profª Priscila Lolata. (saiba mais sobre cada participante nos cards em anexo)

11h15 – Seminário “Produção de estudantes da EBA que trabalham com reuso e ressignificação de materiais” – Com: Bruna Carvalho, Flávia Moreira, Miriã Araújo e Zulmira Alves – coordenação da Profª Priscila Lolata.

——

Local: Pátio da EBA.

14h – 15h – Oficina: Produção de chaveiro com tecido e caixa de leite. Como Noemy Lima

 






Workshop “Cidade rosa:alteridade diversidade e performance”

Publicado em: 24 de abr de 2019


Curso de extensão aberto a comunidade e gratuito.
Quando:13/05 a 01/07 de 2019
segs e sextas de 9 às 12h
6 horas semanais
Onde: Pátio da Escola de Belas artes
Apresentação e certificado no final





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